E-books e Livros Impressos: Tema de palestras na Bienal do Livro
Depois da Feira Internacional de Paraty (Flip), agora é a vez da 21° Bienal do Livro de São Paulo dar um espaço para os e-books. O site Submarino.com, um dos patrocinadores do evento, preparou o “Espaço Digital”. Lá os visitantes experimentaram os mais diversos tipos de e-readers: o Kindle, da Amazon; o Reader, da Sony e o iPad, tablet da Apple que também armazena e permite a leitura de e-books.
O Espaço Digital também trouxe nove palestras ao público, duas delas aconteceram hoje (20/08). Os temas falavam sobre as novas tendências do mercado editorial, e claro, a substituição dos livros de papel pelos digitais.
O blog do evento postou os 7 fatos sobre o livro digital que devem estar em discussão na 21ª Bienal do Livro de São Paulo. O terceiro fala justamente disso: “O debate instigado antes e durante a Bienal promoverá uma ampla discussão entre a morte anunciada dos livros impressos para alguns especialistas”.
O tema também foi palestra na Flip enquanto ela aconteceu entre os dias 4 e 8 de agosto. O historiador Peter Burke, um dos palestrantes da feira, foi entrevistado pelo caderno “Link” do jornal O Estado de São Paulo. “Para Peter Burke, a questão não é a morte do livro, mas sim a diminuição da sua importância. Ele diz crer que os livros ficarão mais curtos, mais fáceis de ler e que o que mudará é o hábito de leitura e não o livro”, publicou o jornal.
John Makinson, outro palestrante da Flip e SEO da Penguin, também deu o seu depoimento ao Link diferenciando os mercados de música e livro, já que eles estão se digitalizando: “O consumidor de música muitas vezes não quer o disco todo, mas apenas uma faixa. O de livro vai comprá-los inteiros, pois não se interessa somente por um capítulo”.
1 Comentário
Publicado por Vinicius Mello







[...] Bienal do Livro – que funcionou entre os dias 12 a 22 de agosto – a discussão virou tema de palestra e ainda ganhou um estande no evento chamado “Espaço Digital”, onde os visitantes viram uma [...]